Estratégia conquista empresas e redireciona investimentos de comunicação.

Em tempos de crise cada vez mais os anunciantes vêm adotando práticas mais moderadas de investimento, principalmente quando o assunto são as verbas destinadas à publicidade. Um sinal de que a comunicação das marcas precisa, mais do que nunca, ser eficaz.
E esse é um caminho sem volta.

Nesse cenário, as marcas têm apostado cada vez mais no Branded Content como uma solução mais assertiva para comunicação nesse novo ambiente. Em mercados mais maduros, como os EUA, por exemplo, 52% dos CMOs pesquisados informaram investir até 25% das verbas em Marketing de Conteúdo, segundo estudo do CMI (Content Marketing Institute). Segundo projeções do PQ Media Institute, esse mercado vai atingir mais de U$300 Bi até 2019 em todo o mundo.

No Brasil o cenário não é diferente. Mas a escolha não é fácil, pois a oferta de conteúdo
é crescente e nem sempre as estratégias ajudam efetivamente na construção das marcas.

Uma boa estratégia de Marketing de Conteúdo potencializa verbas ao criar conversas engajadoras, apostando em histórias verdadeiras e relevantes, na parceria com influenciadores e em conteúdos exclusivos pensados para cada plataforma.

Adrianne Elias, sócia-fundadora da Content House, enxergou essa oportunidade há bastante tempo, quando ainda era cliente: “Estando em Telecom, eu já sabia que o consumo de conteúdo iria mudar radicalmente em função da revolução digital, mobile e on demand. Por isso, decidi criar a primeira agência especializada em Branded Content no Brasil.”

“A crise só acelerou as empresas e as marcas a construírem narrativas mais longas e verdadeiras do que a publicidade de 30 segundos. Agências como a Content House mostram que é sim possível fazer mais com menos”

A visão de quem esteve muito tempo do outro lado da mesa trouxe para a Content House o que os clientes realmente esperam de suas agências: criatividade, proatividade e resultados. “Montamos um time multidisciplinar, apostamos em parcerias criativas e ainda desenvolvemos nossa própria metodologia para criar e mensurar conteúdos em diferentes formatos e plataformas”, reforça a CEO, que já comandou áreas de marketing de grandes empresas como Ambev, Telefônica, Abril e Unibanco.

Todo esse movimento tem gerado para a Content House um crescimento bem acima da média do setor, tendo dobrado o faturamento a cada 2 anos. Há sete anos, desde que a agência abriu as portas, os resultados vêm fortalecendo esse pensamento e sua carteira de clientes, que conta hoje com marcas como Ferrero Rocher, Nutella, Forno de Minas, Brastemp, Pioneer, Clipper, Lillo e Goose Island (Ambev).

A crise só acelerou as empresas e as marcas a construírem narrativas mais longas e verdadeiras do que a publicidade de 30 segundos. Agências como a Content House mostram que é sim possível fazer mais com menos: mais mensagens, mais conversa, com muito menos dinheiro. E não tem hora melhor para se reinventar do que em tempos de crise.